quinta-feira, 20 de março de 2014

Um pouco de História do Brasil.

"É preciso no presente, conhecer o passado, para se viver no futuro."

Plebiscito sobre a forma e o sistema de governo do Brasil (1993)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O plebiscito de 1993 no Brasil ocorreu em 21 de abril daquele ano para determinar a forma e o sistema de governo do país.1 Após a redemocratização do Brasil, uma emenda da nova Constituição determinava a realização de um plebiscito no qual os eleitores iriam decidir se o país deveria ter um regime republicano ou monarquista controlado por um sistema presidencialista ou parlamentarista. A lei número 8.624, promulgada pelo presidente Itamar Franco em 4 de fevereiro de 1993, regulamentou a realização do plebiscito.2
A maioria dos eleitores votou a favor do regime republicano e do sistema presidencialista, maneira pela qual o país havia sido governado desde a Proclamação da República 104 anos antes – com exceção de uma breve experiência parlamentar entre 1961 e 1963,1 3 que também havia sido derrotada num plebiscito. Apesar da veiculação de propaganda eleitoral gratuita nas emissoras de rádio e televisão, o comparecimento às urnas foi relativamente pequeno (74,3%), considerando que o voto é obrigatório no país.

Origem[editar | editar código-fonte]

A tentativa de ressurreição da forma de governo monárquica veio do deputado federal Antônio Henrique Bittencourt da Cunha Bueno (doPartido Social Democrático de São Paulo), membro da Assembleia Constituinte que aprovou a Constituição.1 Monarquista e filho de Antônio Sílvio Cunha Bueno, um dos fundadores do PSD em São Paulo, Antônio Henrique propôs a emenda que previa a realização de plebiscito para dar aos eleitores brasileiros a possibilidade de escolherem a forma e o sistema de governo que preferiam.1 Seus principais argumento era o de que, durante o reinado de Dom Pedro II, o Brasil viveu um período de grande estabilidade,1 e que o movimento monarquista na verdade era antigo, que começou 1889 assim que o Imperador Pedro II foi deposto por um golpe de estado planejado apenas por altos militares (e não pelo povo que na época estava confiante com a princesa Isabel, pelo fim da escravidão). A emenda foi incluída no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição.1 Para garantir a inclusão da emenda, o movimento monarquista obteve a colheita de mais de um milhão de assinaturas em abaixo-assinado.
Em maio de 1992, Antônio Henrique lançou o Movimento Parlamentarista Monárquico (MPM) ao lado de Pedro de Alcântara Gastão de Orléans e Bragança, então líder do ramo de Petrópolis da família imperial brasileira e um dos dois pretendentes ao trono brasileiro.1 Na visão de Pedro de Alcântara, apenas os petistas eram capazes de rivalizar com a militância monárquica.1 No ano seguinte, após a turbulência do impeachment de Fernando Collor de Mello, o recém-empossado presidente, Itamar Franco, promulgou a lei número 8.624, regulamentando a realização do plebiscito.2

Campanha[editar | editar código-fonte]

De acordo com alguns institutos de pesquisa, a campanha monárquica foi capaz de obter o apoio de 22% dos eleitores em 1992. Preocupados com isso, os republicanos representados pelos principais partidos políticos da época articularam a formação da Frente Presidencialista (que incluía o PT, o PFL, o PMDB e o PTB) de um lado e da Frente Parlamentarista (PSDB) de outro.4 Apesar da monarquia não ter conquistado a maioria dos votos, seu slogan Vote no rei se tornou um dos mais conhecidos de toda a história das campanhas eleitorais no Brasil.[carece de fontes]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Gráfico dos votos[editar | editar código-fonte]

Regime monárquico:
6.843.196(13,4%)
Regime republicano:
44.266.608(86,6%)
▲
Sistema parlamentar:
16.518.028(30,8%)
Sistema presidencial:
37.156.884(69,2%)
▲

Total de votos[editar | editar código-fonte]

Forma de governo5
RegimeVotos % dos votos
Yes República44.266.60866,0
No Monarquia6.843.19610,2
Votos em branco7.030.81510,5
Votos nulos8.869.79013,2
Total67.010.409100
Abstenção23.265.770
(25,7% do eleitorado)
Sistema de governo5
SistemaVotos % dos votos
Yes Presidencialismo37.156.88455,4
No Parlamentarismo16.518.02824,6
Votos em branco3.467.1815,2
Votos nulos9.868.31614,7
Total67.010.409100
Abstenção23.246.143
(25,7% do eleitorado)

Resultados por estado[editar | editar código-fonte]

EstadoEleitoradoAbstençãoMonarquiaRepúblicaNulosBrancos
 Acre237.001
(100%)
102.191
(43,1%)
11.292
(11,1%)
90.520
(88,9%)
14.376
(10,6%)
18.622
(13,8%)
 Alagoas1.041.236
(100,0%)
325.352
(31,2%)
64.326
(13,4%)
414.747
(86,6%)
142.350
(19,8%)
94.461
(13,2%)
 Amapá169.409
(100,00%)
73.832
(43,6%)
8.838
(10,8%)
72.743
(90,2%)
5.554
(5,8%)
8.442
(8,8%)
 Amazonas1.012.167
(100,0%)
470.406
(46,5%)
63.575
(13,9%)
394.427
(86,1%)
33.207
(6,1%)
50.552
(9,3%)
 Bahia6.701.268
(100,00%)
3.052.930
(48,5%)
247.454
(9,4%)
2.371.859
(90,6%)
494.347
(13,5%)
534.678
(14,6%)
 Ceará3.809.457
(100,00%)
1.332.959
(35,0%)
212.748
(11,4%)
1.655.965
(88,6%)
295.062
(11,9%)
312.723
(12,6%)
 Distrito Federal908.429
(100,0%)
144.507
(15,9%)
69.552
(11,2%)
550.285
(88,8%)
94.667
(12,4%)
49.418
(6,4%)
 Espírito Santo1.618.431
(100,0%)
382.081
(23,7%)
134.398
(14,8%)
773.667
(85,2%)
188.417
(10,8%)
139.868
(11,3%)
 Goiás2.514.553
(100,0%)
766.846
(30,4%)
174.937
(13,0%)
1.171.341
(87,0%)
215.623
(12,3%)
185.806
(10,6%)
 Maranhão2.590.598
(100,0%)
1.518.669
(58,6%)
63.094
(7,3%)
799.739
(92,7%)
85.181
(7,9%)
123.915
(11,5%)
 Mato Grosso1.196.767
(100,0%)
480.481
(40,2%)
75.689
(13,7%)
477.506
(86,3%)
73.411
(10,2%)
89.680
(12,5%)
 Mato Grosso do Sul1.127.470
(100,0%)
288.838
(25,6%)
92.456
(14,2%)
559.890
(85,8%)
96.569
(11,5%)
89.717
(10,7%)
 Minas Gerais10.116.428
(100,0%)
2.258.639
(22,3%)
731.714
(12,8%)
4.993.712
(87,2%)
1.200.918
(15,3%)
931.445
(11,8%)
 Pará2.616.490
(100,0%)
1.260.558'
(48,2%)
153.898
(14,3%)
922.941
(85,7%)
113.001
(8,3%)
166.092
(12,2%)
 Paraíba1.986.739
(100,0%)
660.655
(33,2%)
82.876
(8,7%)
866.191
(91,3%)
201.175
(15,2%)
175.842
(13,3%)
 Paraná5.495.947
(100,0%)
1.189.892
(21,7%)
420.276
(12,8%)
2.855.862
(87,2%)
611.048
(14,2%)
418.869
(9,7%)
 Pernambuco4.247.205
(100,0%)
1.357.513
(32,0%)
222.020
(11,1%)
1.787.302
(88,9%)
481.357
(16,6%)
399.013
(13,8%)
 Piauí1.857.832
(100,0%)
613.604
(33,0%)
48.059
(4,8%)
951.774
(95,2%)
103.191
(8,3%)
141.204
(11,3%)
 Rio de Janeiro8.732.024
(100,0%)
1.541.654
(17,6%)
938.964
(16,3%)
4.821.310
(83,7%)
842.977
(11,7%)
587.119
(8,2%)
 Rio Grande do Norte1.417.805
(100,0%)
441.848
(31,2%)
58.936
(8,7%)
620.418
(91,3%)
170.266
(17,4%)
126.337
(12,9%)
 Rio Grande do Sul6.069.273
(100,0%)
941.185
(15,6%)
372.469
(8,8%)
3.835.721
(91,1%)
403.378
(7,9%)
516.520
(10,1%)
 Rondônia661.331
(100,0%)
331.660
(50,1%)
37.226
(14,9%)
213.098
(85,1%)
35.000
(10,6%)
44.347
(13,4%)
 Roraima101.947
(100,0%)
42.465
(41,7%)
5.121
(10,5%)
43.872
(89,5%)
4.093
(6,8%)
6.396
(10,7%)
 Santa Catarina2.974.926
(100,0%)
507.669
(17,0%)
272.577
(14,5%)
1.611.149
(85,5%)
343.173
(13,9%)
240.328
(9,7%)
 São Paulo19.812.705
(100,0%)
2.538.737
(12,8%)
2.210.203
(16,6%)
11.109.007
(83,4%)
2.487.620
(14,4%)
1.467.136
(8,5%)
 Sergipe891.788
(100,0%)
291.995
(32,7%)
48.252
(11,5%)
372.350
(88,5%)
109.413
(18,2%)
69.778
(11,6%)
 Tocantins621.900
(100,00%)
348.574
(56,1%)
19.601
(9,3%)
191.524
(90,7%)
23.442
(8,6%)
38.759
(14,2%)




 Depois




domingo, 9 de março de 2014

Para reflexão. A música verdade



O Meu País

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, fico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem Deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
 Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país

Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio - x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, fico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, fico calado, faz de conta que sou mudo





segunda-feira, 3 de março de 2014

BB abre concurso para engenharia de segurança e medicina do trabalho

O Banco do Brasil abriu inscrições para seleção de candidatos a vagas da carreira de serviços especializados em engenharia de segurança e medicina do trabalho. Os interessados podem se inscrever até o dia 20 de março.
O seleção será feita para formação de cadastro de reserva, em todas as regiões do país, para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho, técnico de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho. As vagas são destinadas a dependências situadas nas capitais de todos os estados e em Ribeirão Preto (SP). Os salários variam entre R$ 3.673,08 e R$ 8.707,19.
Para cargos de nível superior completo, o valor da inscrição é R$ 83. Para cargos de nível médio completo, as inscrições custam R$ 45.
A prova objetiva terá 30 questões de conhecimento básico, o que inclui língua portuguesa e cultura organizacional, e 40 questões de conhecimento específico. Será cobrada também uma redação. A aplicação das provas está prevista para o dia 4 de maio. O edital está disponível na página da Fundação Cesgranrio na internet. (

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nota de agradecimento

Venho através desta, agradecer a todos que participam desse blog, sua visualização é muito importante, e seus comentários se possível também, para estarmos melhorando a cada dia, tudo de bom, e que Deus te abençoe...

Como fazer uma caixa de inspeção (esgoto) sem gastar muito.

domingo, 12 de maio de 2013

Parabéns mamãe

Mais um dia pra se comemorar, embora devemos agradecer a Deus todos os dias por todas as mães do mundo, pois, sem elas,não haveriam filhos, e assim a importância de pertencer a uma família, que sem ela não haveria sociedade, e o mundo seria um verdadeiro caos, parabéns mamãe por você existir, e aquelas que não existem mais, sendo que não esquecemos os ensinamentos daquelas que já se foram, e dos dizerem que até hoje, refletimos: "quem com porcos se ajuntam farelo come", "ñão ande com quem não presta", "não pegue no que é alheio", "meu filho, se eu fosse um passarinho, todos os dias eu levaria comida para cada um dos meus filhos"; dentre outros. Mãe, ser humano sem igual, que se alegra com o filho cabalmente, quando o mesmo é bem sucedido, e se entristece verdadeiramente quando o mesmo sofre algum percalço na vida, tropeço, fracasso, ou alguma eventualidade que a mesma nem imaginava. A mãe se alegra pelo sucesso de um filho, sem inveja, fica contente, e deseja tudo de bom para seus filhos e suas filhas, não deseja nada de ruim, torce pela felicidade completa, e vive sempre abençoando. Por isso, nada mais justo homenagear, aquela que realmente merece todos os parabéns do mundo, que Deus continue abençoando todas as mamães, e que seus filhos a valorizem integralmente.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

12 dicas para melhorar sua capacidade de falar em público

Palestra significa apresentação oral formal, perante um auditório, de uma comunicação sobre um tema considerado importante ou pertinente. Portanto, palestrar é a ação realizada por quem promove a palestra. Normalmente, é utilizada quando se tem a intenção de informar ou ensinar pessoas sobre determinado assunto, seja ele de caráter profissional ou não. Palestra é uma possibilidade de transmitir informação de natureza importante, histórica, prática, teórica, emocional, etc. No mundo da segurança do trabalho, palestras vêm sendo bastante utilizadas, como meio de conscientizar, informar e, principalmente, treinar os trabalhadores. Mas para que a palestra seja considerada eficiente, com uma qualidade impecável demonstrando todos os conhecimentos do palestrante de forma clara, objetiva e dinâmica, alguns itens devem ser levados em conta. A primeira idéia que vem à cabeça de um palestrante é: “Fui convidado, ou, me escolheram para realizar uma palestra. E agora? O que fazer?”. Pois bem, não há necessidade de se desesperar. Existem técnicas que podem te ajudar a solucionar esse problema! Dica 1 - Planejamento: Antes de tudo, saiba para quem, onde, quando e como sua palestra será realizada. Informe-se o máximo possível sobre o público para o qual estará se apresentando. Ele é o principal alvo. Atinja-o de forma que todos compreendam, igualmente, o assunto. Dica 2 - Início: Comece a palestra se apresentando. Sorria! Diga sobre o que vai falar, fale algo de sua vida. Mas lembre-se, a plateia não precisa saber detalhes da sua vida. Dica 3 - Costas: Nunca se esqueça, jamais dê as costas a sua plateia. Dica 4 - Duração: O tempo da palestra é crucial. Antes de começar a pensar no que vai dizer, é muito importante que saiba quanto tempo vai falar. Para que uma palestra seja eficaz não significa que necessite durar cinco horas. O que importa não é o tempo da palestra, mas sim se ela atende ao seu objetivo. Programe-se de acordo com o tempo que lhe foi oferecido, de modo que consiga abordar tudo o que considerar relevante ao assunto. Dica 5 - Perguntas: Esse é um assunto delicado, que fica a critério do palestrante. Não há uma regra. O ideal é que, ao término da palestra você peça que lhe encaminhem perguntas por escrito, de forma que possa filtrar aquelas que vai responder. Dessa forma você não fica em uma saia justa e não deixa a plateia decepcionada. Escolha entre três ou cinco, e reserve cerca de quinze minutos para respondê-las. E ponto final. Abrir para discussões, a não ser que tenha sido pré-estabelecido, pode alongar demais a palestra e acabar entediando o público. Dica 6 - Material: Pense bem antes de optar pelo material que será utilizado na palestra. Hoje existem vários métodos para tornar uma palestra mais dinâmica, como: - Apresentação de vídeos; - Imagens; - Músicas; -Jogos com a plateia, etc. Porém, o mais importante é se prevenir sempre. Caso utilize um “Data Show”, leve seu computador. E ainda, faça um back-up do arquivo. Mais vale um pássaro na mão do que dois voando, certo? Mas, se de repente a energia acaba? E a bateria do computador está no fim? Pensar em todas as possibilidades, sejam elas boas ou não, é crucial. Um bom palestrante não depende de artifícios para dar seu recado. Ele os usa, somente, como forma de tornar a palestra mais dinâmica e menos cansativa. Dica 7 - Estudo: Sempre! Nunca fale sobre aquilo que não domina. Estude incessantemente o tema que será abordado. A palestra toma o rumo que o palestrante determinar, portanto, você é o responsável pelas possíveis perguntas que podem ser feitas no final. Esteja pronto para respondê-las! Dica 8 - Slides: Como dito anteriormente, não dependa 100% deles. Use-os para interagir melhor com o público. Algumas coisas jamais devem ser feitas, como: - Slides coloridos demais, fazendo com que a plateia force a visão para enxergar. - Slides com muito texto. Procure utilizar somente tópicos. O que você vai explicar não precisa estar escrito no slide. - Evite usar muitas animações. Podem prejudicar seu trabalho. Dica 9 - Senso de humor: Imagine-se no lugar da plateia. Você não iria gostar de umas pausas durante a palestra para rir, descontrair? Pois bem, divirta-se palestrando! Dica 10 - Pontualidade: Esse quesito não tem discussão. Atrasos são inaceitáveis. Dica 11 - Roupas: Evite que suas roupas chamem mais atenção que você. Se vista de forma neutra, formal e confortável. Evite muitos acessórios, pois esses podem acabar atrapalhando-o. Para mulheres, deixar os cabelos presos ajuda na hora de falar! Dica 12 - Nervosismo: Mas, e se apesar de todas essas dicas você ainda ficar nervoso, suas mãos começarem a suar, sentir aquele frio na barriga, o que fazer? Bem, pratique. Nunca ouviu dizer que a prática leva à perfeição? Então, deixe a timidez de lado e corra atrás de seus objetivos. Em breve se transformará num palestrante de referência!

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Quais os riscos de usar um WiFi público?

Listamos os perigos que existem nas conexões wireless e algumas precauções que podem garantir a segurança de seus dados privados.


Até alguns anos atrás, não encontrávamos muitos locais públicos com WiFi gratuita. Hoje, por outro lado, as redes sem fio públicas estão presentes em lanchonetes, cafeterias, shoppings, praças, escolas e diversos locais. Conectamos sem dificuldades, navegamos, usamos as redes sociais e aproveitamos as conexões para checar emails.
Dificilmente refletimos sobre os perigos que existem ao se conectar em uma rede, afinal, o que pode haver de tão perigoso em logar em um site, visto que as senhas não são armazenadas na rede? Bom, será mesmo que é tão seguro? Neste artigo, vamos falar dos riscos que existem nas redes WiFi públicas. Se você costuma usá-las, vale conferir nossas dicas.

Falta segurança!

Quem conhece um pouco sobre redes sem fio sabe que existem alguns tipos de segurança que impedem a conexão de intrusos à rede. Usando protocolos de segurança (WEP, WPA e WPA2), os roteadores e pontos de acesso garantem que apenas máquinas autenticadas façam parte da rede.
Quais os riscos de usar um WiFi público? (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Em configurações mais avançadas — e até mais seguras —, somente as máquinas autorizadas através do endereço MAC (um código único que identifica cada dispositivo) na configuração do roteador têm permissão para se conectar com a internet e fazer parte do grupo de trabalho.
Na maioria das redes públicas, não existe nenhuma dessas características para garantir a segurança dos utilizadores. Algumas até usam um login realizado através do navegador e outras até contam com senhas WPA2, mas, se você pensar bem, todo e qualquer usuário que tenha a senha correta ou faça o login fará parte da rede.

Todo mundo é amigo na rede

Normalmente, em uma rede doméstica, seu computador fica protegido por um firewall e uma senha da rede. Tais recursos impedem que intrusos tenham acesso facilitado ao tráfego de dados da sua máquina. No caso de uma WiFi pública, você é apenas um das dezenas (ou centenas) de máquinas conectadas.
Quais os riscos de usar um WiFi público? (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Uma pessoa má intencionada que entenda um pouco de redes não deve ter dificuldade em descobrir seu endereço IP — basta fazer algumas tentativas até encontrar um computador vulnerável — e  interceptar as informações da sua máquina. Muitas vezes, o ataque não passa de uma exploração nas pastas do seu PC, mas ele pode ser uma invasão bem pior.
Isso ocorre porque mesmo que o roteador que gerencia as conexões tenha um firewall (o que ajuda a evitar problemas de ataques externos), ele não impede a conexão direta entre os dispositivos participantes da rede. Basicamente, para o roteador, todos os aparelhos conectados são amigos e ele não realiza nenhuma ação caso um PC tente contato com outro.

Nem mesmo os sites são totalmente seguros

Os sites mais modernos usam versões mais recentes dos protocolos de segurança, porém nem mesmo o SSL e o HTTPS são impossíveis de quebrar. Em teoria, uma conexão estabelecida com diretamente com uma rede bancária ou com um site de compras é devidamente protegida, mas você não faz ideia do que ocorre com seus dados depois que eles são inseridos no teclado.
Quais os riscos de usar um WiFi público? (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Normalmente, de acordo com o site Pocket Now, as senhas são criptografadas e empacotadas para serem compreendidas pelo site-destino. Todavia, existem firewalls e sistemas no caminho que redirecionam esses dados de um lado para o outro. Mesmo um pacote devidamente codificado pode ser aberto se cair nas mãos de um especialista.
É claro, acessar um banco pode ser perigoso até mesmo quando você está em uma rede confiável. Muitas vezes, os riscos não consistem em problemas ou brechas na rede local, mas em ataques diretos à rede bancária e aos provedores que estão no caminho entre o cliente e o site em questão.

Você pode estar conectado à rede errada

Uma coisa que nem passa pela cabeça de muita gente é a existência de redes falsas. Normalmente, as pessoas presumem que o estabelecimento usa o próprio nome como SSID da rede. Todavia, há lugares que não seguem esse padrão — e existem alguns ambientes que não oferecem WiFi gratuito ou nem mesmo pago.
Quais os riscos de usar um WiFi público? 
(Fonte da  imagem: Reprodução/PC World)
Assim, pode acontecer de algum vizinho próximo criar uma rede com o mesmo nome do local em que você está visitando. Com isso, é possível que você se conecte a uma rede sem fio que não seja oferecida pelo estabelecimento, existindo chances de você ter se conectado em um WiFi falso que serve apenas para atrair pessoas que vão ser vítimas de ataques.
Em um caso desses é preciso tomar muito cuidado, pois a pessoa que criou a rede pode configurar o firewall para desviar o tráfego de dados. Essa artimanha pode facilitar a obtenção de senhas e dados da sua navegação. Depois de obter suas informações, o sujeito que ofereceu o WiFi falso pode guardar os dados para usar posteriormente.

Acesse apenas o básico

Analisando todas essas possibilidades, chegamos à brilhante conclusão de que é arriscado se conectar a redes públicas. Considerando isso, resta a dúvida: como sobreviver em um mundo sem conexões de internet? Calma! Não é preciso se desesperar, pois você não precisa parar de usar o WiFi do shopping ou da cafeteria que você gosta de visitar.
Quais os riscos de usar um WiFi público? (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Os conselhos são basicamente os mesmos de sempre: mantenha programas de segurança instalados no computador, tenha certeza de que seu firewall está ativo, não acesse o site do banco usando as redes públicas, procure usar senhas complexas em seus logins, tome cuidado com páginas suspeitas e, se puder, acesse apenas o básico.
Quem costuma se conectar em toda e qualquer conexão wireless precisa redobrar o cuidado, porque existem chances de usar redes falsas — até mesmo criadas em outros PCs. Lembre-se: perguntar não ofende e pode lhe evitar muitas dores de cabeça, portanto, ao visitar algum estabelecimento, não custa perguntar para algum atendente qual é a wireless do local e a senha de acesso.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/wi-fi/39348-quais-os-riscos-de-usar-um-wifi-publico-.htm#ixzz2SZH87EMo

sexta-feira, 26 de abril de 2013

domingo, 2 de dezembro de 2012

Alckmin corre para dar uma marca à sua gestão

Crise na segurança e atraso em obras alertam governador e seu projeto de reeleição em 2014


Julia Duailibi e Bruno Boghossian, de O Estado de S. Paulo
A vitória do PT na capital paulista e a consequente derrota do PSDB no maior colégio eleitoral do País bateram à porta do Palácio dos Bandeirantes. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) entra na segunda fase do seu mandato sem uma marca forte na administração, com obras em ritmo lento e uma crise na área da segurança para administrar.
Integrantes do governo Alckmin admitem reservadamente que precisarão aprimorar a gestão e marcar gols até 2014 para evitar que o sentimento de mudança que marcou a eleição na capital se repita no interior - e o governo de São Paulo, comandado pelo PSDB desde 1995, passe às mãos dos petistas. Seria a maior derrota da oposição no País.
Aliados do governador afirmam que a administração é muito dependente da figura de Alckmin - que já enfrenta desgastes por causa do aumento de assassinatos na Grande São Paulo. Pesquisa Datafolha feita apenas na capital mostrou que caiu de 40% para 29% a taxa dos que consideram o governo ótimo ou bom.
Os principais projetos tocados pela equipe do Palácio dos Bandeirantes, que deveriam ser apresentados como vitrine na campanha à reeleição, em 2014, ainda patinam. O trecho leste do Rodoanel, por exemplo, deveria ficar pronto em 2014, mas, segundo integrantes do governo, só 20% das desapropriações necessárias e 5% da terraplenagem foram realizadas até agora. No mesmo período, os trabalhadores das obras do trecho sul já haviam concluído 100% das tarefas.
Os investimentos na expansão e modernização do Metrô também estão abaixo do esperado - até outubro, foram aplicados menos de um terço dos R$ 4,9 bilhões previstos no início do ano.
Desde junho, o tatuzão que escavará a Linha 5 está parado no terreno da obra - deve começar a trabalhar apenas em agosto de 2013. O trabalho também está lento na construção da Linha 17, um monotrilho que ligará o Aeroporto de Congonhas à rede de trens urbanos. O governo diz que a obra só ficará pronta depois da Copa de 2014, o que contraria a previsão original.
No fim do ano passado, Alckmin havia dito que o governo começaria 2012 "pisando no acelerador" e anunciou investimentos de R$ 22 bilhões. Integrantes do governo já admitem que apenas 65% desse valor deve ser alcançado até o fim do ano.
Insatisfeito com o desempenho, o governador cobra que sua equipe entregue "medalhas", ou seja, marcas em suas áreas.
Alckmin convocou seus secretários no dia 9 de outubro para reclamar que as pastas não haviam criado vitrines em dois anos de mandato. Disse ainda que a boa avaliação que a gestão acumulava à época era fincada basicamente na imagem de honestidade que tinha diante do eleitorado.
A interlocutores o governador criticou os secretários que são deputados - oito deles trabalham no governo. Disse que eles tinham mais vocação para discurso que para gerenciar o Estado.
Ações. Com a posse de novos prefeitos, em janeiro, o governo também avalia que deverá olhar com mais atenção para o interior, onde tem força eleitoral, para fortalecer suas vitrines por lá. Tucanos temem que o apoio do Palácio do Planalto a projetos do petista Fernando Haddad torne a capital uma marca para o PT.
O governo deve abrir novas parcerias público-privadas (PPPs) no ano que vem para tentar acelerar o investimento. Há projetos para a construção de piscinões, linhas de metrô, escolas e quatro novos hospitais.
A cúpula do Palácio dos Bandeirantes também se debruça sobre a segurança e os pedágios. Alckmin estuda estender ocupações policiais como a da favela de Paraisópolis para tentar dar fim à guerra entre policiais e criminosos. O governo aceitará a colaboração da União em investigações sobre o crime organizado, mas tentará transferir a ela parte da responsabilidade pelo crescimento da violência, com o argumento de que falhas nas fronteiras permitem a entrada de armas e drogas no País.
Para amenizar as críticas à cobrança de pedágios nas rodovias estaduais, atribuída às gestões do PSDB, o governo vai apresentar como solução a ampliação do sistema Ponto a Ponto, que prevê a cobrança de pedágio de acordo com trecho percorrido.
Mudanças. Pensando nas alianças que garantirão tempo de TV na disputa pela reeleição, o governador pretende fazer mudanças no seu secretariado até o começo do ano que vem. As alterações nos gabinetes levarão em conta o arco de alianças que Alckmin pretende montar para 2014. O governador pretende "amarrar" logo os partidos que hoje são considerados amigos, para evitar troca-troca de cargos às vésperas do lançamento das candidaturas.
Nos últimos meses, Alckmin recebeu líderes partidários no Palácio dos Bandeirantes para discutir o apoio daqui a dois anos. Aliados do governador admitem hoje que o prefeito Gilberto Kassab (PSD) estará com o PT ou tentará voo solo, podendo levar consigo o PV e PP - com quem o PSD pode se fundir.
O mesmo destino, acreditam os tucanos, deverá ter o PMDB do vice-presidente Michel Temer e do candidato derrotado à Prefeitura Gabriel Chalita. Restaria ao governador DEM, PTB e PPS, e a possibilidade de PP, PSB, PRB e PR, a depender do quadro nacional, já que são da base de apoio de Dilma.
No caso do PRB, que lançou Celso Russomanno a prefeito, Alckmin tenta amarrar o partido e estudo ceder espaço para a sigla na reforma de secretariado.
O governador acredita que o adversário na reeleição será o petista Alexandre Padilha, ministro da Saúde, que deverá ser embalado na tese da "novidade", assim como foi Haddad. A interlocutores Alckmin já confessou preferir enfrentar Aloizio Mercadante ou Marta Suplicy, que os tucanos chamam de "fregueses".
Para alguns aliados do governador, a tese da mudança já está em curso pelo Estado. Em 2008, o partido ganhou em 205 cidades paulistas. Nesta eleição, foi vitorioso em 178. Nos levantamentos entregues ao governador, no entanto, a cúpula do PSDB paulista mostrou dados favoráveis, como o crescimento dos eleitores governados pelo partido.
Na tentativa de preparar a reeleição, também deve haver mudanças no comando do partido no Estado e na capital. Haverá renovação das cúpulas partidárias em abril e maio.