sábado, 9 de janeiro de 2016

Suzano/SP: Prefeitura abre concurso com salário de R$ 5,7 mil

SUZANO/SP: PREFEITURA ABRE CONCURSO COM SALÁRIO DE R$ 5,7 MIL


A Prefeitura de Suzano-SP publicou nesta sexta-feira (8) o edital de abertura do concurso público que irá preencher 61 vagas efetivas no quadro de servidores da autarquia para atuação na Secretaria municipal de Assuntos Administrativos. A seleção está a cargo da Fundação Vunesp e tem salários entre R$ 1.234,88 e R$ 5.726,23.
Podem participar da seleção candidatos de todos os níveis de escolaridade, segundo o Edital nº 01/2016, que abre vagas nos cargos de Auxiliar Administrativo, Assistente Jurídico, Arquiteto, Topógrafo, Técnico em Segurança do Trabalho, Soldador, Sepultador, Gestor de Contratos, Especialista em Desenvolvimento e Integração Social e Cultural, Especialista em Desenvolvimento e Gestão Urbana, Entrevistador Social, Engenheiro Eletricista, Engenheiro Civil, Engenheiro Agrônomo, Educador Social, Desenhista Projetista, Contador, Analista em Gestão Orçamentária e Financeira, Analista Ambiental, Agente Fiscal Tributário, Agente Fiscal de Trânsito e Agente de Gestão Administrativa. Os aprovados e convocados serão nomeados pelo Regime Estatutário da Lei Municipal nº 4.391/10, que gera estabilidade na carreira.
Para participar do concurso é necessário preencher formulário no site da Fundação VUNESP – www.vunesp.com.br – das 10 horas de 12 de janeiro às 16 horas do dia 19 de fevereiro de 2016 e quitar a taxa de inscrição de R$ 37,50 para os cargos de nível fundamental, R$ 48,50 para nível médio e R$ 81,00 para superior.
Os inscritos serão submetidos a prova objetiva, aplicada a todos os participantes, mais prova prática para cargos de Sepultador e Soldador.
As provas ocorrerão no dia 3 de abril de 2016 em local e horários divulgados 10 dias antes no Diário Oficial do Município e no site da Prefeitura de Suzano-SP.
O prazo de validade do concurso público será um ano podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. A posse ocorrerá no prazo de 15 dias contados da publicação do ato de nomeação, quando o candidato convocado deverá comprovar os requisitos do cargo, exigidos no edital.

domingo, 11 de outubro de 2015

CONCURSO PÚBLICO

Prefeitura de Presidente Prudente - SP abre Concurso com mais de 140 vagas

Podem se inscrever profissionais com nível fundamental, médio e superior. Salários chegam até R$ 4 mil.
Sexta-feira, 2 de outubro de 2015 às 07h49
Prefeitura de Presidente Prudente - SP abre Concurso com mais de 140 vagas
A Prefeitura de Presidente Prudente, publicou nesta sexta-feira, 2, no site da organizadora o edital do Concurso Público que visa o preenchimento de 148 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior.
São oportunidades para as funções abaixo discriminadas de acordo com o nível de escolaridade exigido:
  • Nível Fundamental: Açougueiro (1 vaga); Agente Comunitário de Saúde da Família (2 vagas); Escriturário I (3 vagas); Fiscal de Obras (3 vagas); Inspetor de Alunos (5 vagas); Operador de Máquinas (Motoniveladora) (1 vaga); Operador de Máquinas (Pá-Carregadeira) (1 vaga); Operador de Máquinas (Retroescavadeira) (2 vagas); Padeiro (2 vagas); Sepultador (6 vagas); Serviços Gerais (11 vagas); Telefonista (2 vagas).
  • Nível Médio: Agente de Segurança Pública e Operador de Trânsito (10 vagas); Arte Educador (3 vagas); Auxiliar de Enfermagem (3 vagas); Auxiliar de Farmácia (3 vagas); Eletricista (1 vaga); Encanador (1 vaga); Motorista de Ambulância (1 vaga); Operador de Sistemas Júnior (1 vaga); Secretário de Escola (2 vagas); Técnico Ambiental (2 vagas); Técnico em Nutrição (4 vagas); Topógrafo (1 vaga).
  • Nível Superior: Analista de Banco de Dados (1 vaga); Analista de Sistema Sênior (1 vaga): Analista de Sistemas Web (1 vaga); Analista em Tecnologia da Informação (1 vaga); Arquivista (1 vaga); Assistente de Atendimento Produção (1 vaga); Assistente de Criação Redação (2 vagas); Assistente Social (1 vaga); Enfermeiro (3 vagas); Engenheiro Agrônomo (1 vaga); Engenheiro Ambiental (1 vaga); Engenheiro Cartógrafo (1 vaga); Engenheiro Civil (1 vaga); Engenheiro de Segurança do Trabalho (1 vaga); Engenheiro Florestal (1 vaga); Farmacêutico (3 vagas); Médico nas áreas de Clínico Geral (11 vagas); Trabalho (1 vaga); Ginecologista (2 vagas); Pediatra (2 vagas); Psiquiatra (3 vagas); Socorrista (10 vagas); Procurador Municipal (1 vaga); Professor de Educação Física (5 vagas); Programador de Sistemas Júnior (1 vaga); Psicólogo (1 vaga); Técnico Desportivo (5 vagas); Tecnólogo em Gestão Ambiental (2 vagas); Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos (1 vaga); Terapeuta Ocupacional (4 vagas); Vigia Diurno (4 vagas); e Vigia Noturno (4 vaga).
A remuneração varia de R$ 1.012,07 a R$ 4.011,02, de acordo a função exercida e jornada desempenhada, que pode ser de 20h, 28h, 30h ou 40 horas semanais, escala de 12hx36h ou 24h compostas por plantões.
Podem participar profissionais que atendam aos requisitos mencionados no edital e que preencham a ficha disponível no site da organizadora, www.vunesp.com.br, entre os dias 13 de outubro de 2015 a 27 de novembro de 2015.
Não esqueça de imprimir o boleto e efetuar o pagamento da taxa de participação nos valores de R$ 40,00; R$ 55,00 ou R$ 87,00, de acordo com a escolaridade exigida.
A seleção dos profissionais inscritos ocorre mediante aplicação de Provas Objetiva, Prática, de Aptidão Física, e de Títulos, conforme o método de avaliação adotado por cada cargo. A previsão é de que a primeira etapa ocorra no dia 17 de janeiro de 2016 .
Este Concurso é válido por dois anos, com possibilidade de ser prorrogado por igual período.
Mais informações podem ser obtidas no edital de abertura disponível em nosso site.
Jornalista: Karina Felício

domingo, 7 de junho de 2015

Terça-feira, 2 de junho de 2015 às 17h59
A Escola Técnica Estadual "Professor Milton Gazetti"(Etec) de Presidente Venceslau, São Paulo, informa que a partir do dia 17 de junho de 2015, estará recebendo inscrições para o Processo Seletivo que visa a formação de cadastro de Professores na unidade.
O edital nº 099/01/2015 dispõe de oportunidades para profissionais que desejam atuar nos seguintes cursos e disciplinas discriminadas abaixo:
  • Administração: Gestão da Produção e Materiais e Técnicas Organizacionais;
  • Base Nacional Comum - Ensino Médio: Química;
  • Agropecuária Integrado ao Ensino Médio: - Produção Animal II , II e III;
    Informática para Internet: Projeto de Aplicações Web I e II.
As inscrições devem ser feitas de 17a 19 de junho de 2015, das 08h às 17h, na Etec, localizada na Bernadino de Campos, nº 809 em Presidente Venceslau - SP.
O valor da hora-aula prestada é de 17,15, correspondente a Professor de Ensino Médio e Técnico. A taxa de participação é de R$ 10,00 e deve ser recolhida na APM.
Confira mais informações no edital disponível em nosso site.
Jornalista: Mariana Gouveia

segunda-feira, 4 de maio de 2015

RETORNO, DEPOIS DE TANTO TEMPO...

BOM DIA, BOA TARDE OU MESMO BOA NOITE...

Depois de tanto tempo sem postar nada, sentimos a necessidade de voltar a utilizar esse importante meio de comunicação para assim, estar enviando sempre mensagens e postar assuntos úteis do nosso dia a dia.
Desejo tudo de bom para vocês que nos privilegia com sua visita a esse blog, peço que opinem, mandem dicas, e divulguem.
MUITO OBRIGADO...

terça-feira, 10 de junho de 2014

COPA 1998 - A MÍDIA NÃO DIVULGA - MAS LEIA SOBRE O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA





Para:

undisclosed-recipients 
SERÁ VERDADE?


 


COPA 1998 - DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA. SERÁ ?


COPA-98
Talvez, isso explique a razão do jogador Leonardo ter declarado a seguinte frase:

Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo, ficariam enojadas.

Todos os brasileiros ficaram chocados e tristes por terem perdido a Copa do Mundo de futebol, na França. Não deveriam.

O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.

Fato comprovado:
O Brasil VENDEU a copa do mundo para a Fifa.
Os jogadores titulares brasileiros foram avisados, às 13:00 do dia 12 de Julho (dia do jogo final), em uma reunião envolvendo o Sr. Ricardo Teixeira (na única vez que o presidente da CBF compareceu a uma preleção da seleção), o Técnico Mário Zagallo, o Sr. Américo Faria, supervisor da seleção, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Nike.

Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel.

A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o pentacampeonato mundial por sediar a Copa do Mundo.

A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$70.000,00 para cada jogador, mais um bônus de US$400.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) através da empresa Nike.

Além disso, os jogadores que aceitarem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos terão as mesmas bases de prêmios que os jogadores de elite da empresa, como o próprio Ronaldo ‘o Fenômeno’, Raul da Espanha, Batistuta da Argentina e Roberto Carlos, também do Brasil.

Mesmo assim, Ronaldo se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Zagallo a escalar o jogador Edmundo, dizendo que Ronaldo estava com problemas no joelho esquerdo (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa) e, logo depois, às 14:15, alterando o prognóstico para problemas estomacais).

A sua situação só foi resolvida após o representante da Nike ameaçar retirar seu patrocínio vitalício ao jogador, avaliado em mais de US$90.000.000,00 (noventa milhões de dólares) ao longo da sua carreira.
Assim, combinou-se que o Brasil seria derrotado durante o 'Golden Goal' (prorrogação com morte súbita), porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que a França, que absolutamente não participou desta negociação, marcasse, em duas falhas simples do time brasileiro, os primeiros gols.

O Sr. Joseph Blatter, novo presidente da Fifa, cidadão franco-suíço, aplaudiu a colaboração da equipe brasileira, uma vez que o campeonato mundial trouxe equilíbrio à França num momento das mais altas taxas de desemprego jamais registradas naquele país, que serão agravadas pela recente introdução do euro (moeda única européia) e o mercado comum europeu (ECC).
Garantiu, também, ao Sr. Ricardo Teixeira, através de seu tio, João Havelange, que o Brasil teria seu caminho facilitado para o penta-campeonato de 2002.

Por gentileza passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas, para que todos possam conhecer a sujeira que ronda o futebol!


Desde, já agradeço, Um abraço.
Gunther Schweitzer
Central Globo de Jornalismo
 
E ainda tem gente que sofre por futebol!








 
 
 
 
 

quinta-feira, 20 de março de 2014

Um pouco de História do Brasil.

"É preciso no presente, conhecer o passado, para se viver no futuro."

Plebiscito sobre a forma e o sistema de governo do Brasil (1993)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O plebiscito de 1993 no Brasil ocorreu em 21 de abril daquele ano para determinar a forma e o sistema de governo do país.1 Após a redemocratização do Brasil, uma emenda da nova Constituição determinava a realização de um plebiscito no qual os eleitores iriam decidir se o país deveria ter um regime republicano ou monarquista controlado por um sistema presidencialista ou parlamentarista. A lei número 8.624, promulgada pelo presidente Itamar Franco em 4 de fevereiro de 1993, regulamentou a realização do plebiscito.2
A maioria dos eleitores votou a favor do regime republicano e do sistema presidencialista, maneira pela qual o país havia sido governado desde a Proclamação da República 104 anos antes – com exceção de uma breve experiência parlamentar entre 1961 e 1963,1 3 que também havia sido derrotada num plebiscito. Apesar da veiculação de propaganda eleitoral gratuita nas emissoras de rádio e televisão, o comparecimento às urnas foi relativamente pequeno (74,3%), considerando que o voto é obrigatório no país.

Origem[editar | editar código-fonte]

A tentativa de ressurreição da forma de governo monárquica veio do deputado federal Antônio Henrique Bittencourt da Cunha Bueno (doPartido Social Democrático de São Paulo), membro da Assembleia Constituinte que aprovou a Constituição.1 Monarquista e filho de Antônio Sílvio Cunha Bueno, um dos fundadores do PSD em São Paulo, Antônio Henrique propôs a emenda que previa a realização de plebiscito para dar aos eleitores brasileiros a possibilidade de escolherem a forma e o sistema de governo que preferiam.1 Seus principais argumento era o de que, durante o reinado de Dom Pedro II, o Brasil viveu um período de grande estabilidade,1 e que o movimento monarquista na verdade era antigo, que começou 1889 assim que o Imperador Pedro II foi deposto por um golpe de estado planejado apenas por altos militares (e não pelo povo que na época estava confiante com a princesa Isabel, pelo fim da escravidão). A emenda foi incluída no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição.1 Para garantir a inclusão da emenda, o movimento monarquista obteve a colheita de mais de um milhão de assinaturas em abaixo-assinado.
Em maio de 1992, Antônio Henrique lançou o Movimento Parlamentarista Monárquico (MPM) ao lado de Pedro de Alcântara Gastão de Orléans e Bragança, então líder do ramo de Petrópolis da família imperial brasileira e um dos dois pretendentes ao trono brasileiro.1 Na visão de Pedro de Alcântara, apenas os petistas eram capazes de rivalizar com a militância monárquica.1 No ano seguinte, após a turbulência do impeachment de Fernando Collor de Mello, o recém-empossado presidente, Itamar Franco, promulgou a lei número 8.624, regulamentando a realização do plebiscito.2

Campanha[editar | editar código-fonte]

De acordo com alguns institutos de pesquisa, a campanha monárquica foi capaz de obter o apoio de 22% dos eleitores em 1992. Preocupados com isso, os republicanos representados pelos principais partidos políticos da época articularam a formação da Frente Presidencialista (que incluía o PT, o PFL, o PMDB e o PTB) de um lado e da Frente Parlamentarista (PSDB) de outro.4 Apesar da monarquia não ter conquistado a maioria dos votos, seu slogan Vote no rei se tornou um dos mais conhecidos de toda a história das campanhas eleitorais no Brasil.[carece de fontes]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Gráfico dos votos[editar | editar código-fonte]

Regime monárquico:
6.843.196(13,4%)
Regime republicano:
44.266.608(86,6%)
▲
Sistema parlamentar:
16.518.028(30,8%)
Sistema presidencial:
37.156.884(69,2%)
▲

Total de votos[editar | editar código-fonte]

Forma de governo5
RegimeVotos % dos votos
Yes República44.266.60866,0
No Monarquia6.843.19610,2
Votos em branco7.030.81510,5
Votos nulos8.869.79013,2
Total67.010.409100
Abstenção23.265.770
(25,7% do eleitorado)
Sistema de governo5
SistemaVotos % dos votos
Yes Presidencialismo37.156.88455,4
No Parlamentarismo16.518.02824,6
Votos em branco3.467.1815,2
Votos nulos9.868.31614,7
Total67.010.409100
Abstenção23.246.143
(25,7% do eleitorado)

Resultados por estado[editar | editar código-fonte]

EstadoEleitoradoAbstençãoMonarquiaRepúblicaNulosBrancos
 Acre237.001
(100%)
102.191
(43,1%)
11.292
(11,1%)
90.520
(88,9%)
14.376
(10,6%)
18.622
(13,8%)
 Alagoas1.041.236
(100,0%)
325.352
(31,2%)
64.326
(13,4%)
414.747
(86,6%)
142.350
(19,8%)
94.461
(13,2%)
 Amapá169.409
(100,00%)
73.832
(43,6%)
8.838
(10,8%)
72.743
(90,2%)
5.554
(5,8%)
8.442
(8,8%)
 Amazonas1.012.167
(100,0%)
470.406
(46,5%)
63.575
(13,9%)
394.427
(86,1%)
33.207
(6,1%)
50.552
(9,3%)
 Bahia6.701.268
(100,00%)
3.052.930
(48,5%)
247.454
(9,4%)
2.371.859
(90,6%)
494.347
(13,5%)
534.678
(14,6%)
 Ceará3.809.457
(100,00%)
1.332.959
(35,0%)
212.748
(11,4%)
1.655.965
(88,6%)
295.062
(11,9%)
312.723
(12,6%)
 Distrito Federal908.429
(100,0%)
144.507
(15,9%)
69.552
(11,2%)
550.285
(88,8%)
94.667
(12,4%)
49.418
(6,4%)
 Espírito Santo1.618.431
(100,0%)
382.081
(23,7%)
134.398
(14,8%)
773.667
(85,2%)
188.417
(10,8%)
139.868
(11,3%)
 Goiás2.514.553
(100,0%)
766.846
(30,4%)
174.937
(13,0%)
1.171.341
(87,0%)
215.623
(12,3%)
185.806
(10,6%)
 Maranhão2.590.598
(100,0%)
1.518.669
(58,6%)
63.094
(7,3%)
799.739
(92,7%)
85.181
(7,9%)
123.915
(11,5%)
 Mato Grosso1.196.767
(100,0%)
480.481
(40,2%)
75.689
(13,7%)
477.506
(86,3%)
73.411
(10,2%)
89.680
(12,5%)
 Mato Grosso do Sul1.127.470
(100,0%)
288.838
(25,6%)
92.456
(14,2%)
559.890
(85,8%)
96.569
(11,5%)
89.717
(10,7%)
 Minas Gerais10.116.428
(100,0%)
2.258.639
(22,3%)
731.714
(12,8%)
4.993.712
(87,2%)
1.200.918
(15,3%)
931.445
(11,8%)
 Pará2.616.490
(100,0%)
1.260.558'
(48,2%)
153.898
(14,3%)
922.941
(85,7%)
113.001
(8,3%)
166.092
(12,2%)
 Paraíba1.986.739
(100,0%)
660.655
(33,2%)
82.876
(8,7%)
866.191
(91,3%)
201.175
(15,2%)
175.842
(13,3%)
 Paraná5.495.947
(100,0%)
1.189.892
(21,7%)
420.276
(12,8%)
2.855.862
(87,2%)
611.048
(14,2%)
418.869
(9,7%)
 Pernambuco4.247.205
(100,0%)
1.357.513
(32,0%)
222.020
(11,1%)
1.787.302
(88,9%)
481.357
(16,6%)
399.013
(13,8%)
 Piauí1.857.832
(100,0%)
613.604
(33,0%)
48.059
(4,8%)
951.774
(95,2%)
103.191
(8,3%)
141.204
(11,3%)
 Rio de Janeiro8.732.024
(100,0%)
1.541.654
(17,6%)
938.964
(16,3%)
4.821.310
(83,7%)
842.977
(11,7%)
587.119
(8,2%)
 Rio Grande do Norte1.417.805
(100,0%)
441.848
(31,2%)
58.936
(8,7%)
620.418
(91,3%)
170.266
(17,4%)
126.337
(12,9%)
 Rio Grande do Sul6.069.273
(100,0%)
941.185
(15,6%)
372.469
(8,8%)
3.835.721
(91,1%)
403.378
(7,9%)
516.520
(10,1%)
 Rondônia661.331
(100,0%)
331.660
(50,1%)
37.226
(14,9%)
213.098
(85,1%)
35.000
(10,6%)
44.347
(13,4%)
 Roraima101.947
(100,0%)
42.465
(41,7%)
5.121
(10,5%)
43.872
(89,5%)
4.093
(6,8%)
6.396
(10,7%)
 Santa Catarina2.974.926
(100,0%)
507.669
(17,0%)
272.577
(14,5%)
1.611.149
(85,5%)
343.173
(13,9%)
240.328
(9,7%)
 São Paulo19.812.705
(100,0%)
2.538.737
(12,8%)
2.210.203
(16,6%)
11.109.007
(83,4%)
2.487.620
(14,4%)
1.467.136
(8,5%)
 Sergipe891.788
(100,0%)
291.995
(32,7%)
48.252
(11,5%)
372.350
(88,5%)
109.413
(18,2%)
69.778
(11,6%)
 Tocantins621.900
(100,00%)
348.574
(56,1%)
19.601
(9,3%)
191.524
(90,7%)
23.442
(8,6%)
38.759
(14,2%)